terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Novas Aventuras (parte 1)

Tirei férias em janeiro de 2016 e como não poderia deixar de contar, sim, aconteceram vários momentos engraçados.


Feliz da Vida na primeira praia visitada
Praia Barra da Lagoa

Primeiro os preparativos:
Com essa crise absurda, de preços que a gente não sabe se vai subir amanhã,  ou se no estado vizinho (fomos para Florianópolis)  as coisas estavam mais caras ou não, na dúvida fizemos um “ranchinho” básico para levar para a casa da praia.
Alugamos uma pequena casa para 4 pessoas na ilha de Florianópolis. Uma casa pequena, mas com todas as coisas que íamos precisar no pouco tempo que ficaríamos dentro dela, pois na praia, no mar, era nosso objetivo para ficar o dia todo.
Eu falei que ela tinha tudo? Ahhh,tá,depois esclareço este detalhe. (que calorrr)
Bem, a ideia de comprar algumas coisinhas foi boa, o problema foi colocar estas “coisinhas” dentro do porta mala do carro.
Sério, quando eu vi o carro comecei a dar risada, tinha mais comida e bebida do que mala no carro. Mala? nããã tivemos que levar foi bolsas de viagem,mala não cabia no bagajeiro. (rsrsrrs) Pela foto dá pra ter uma noção (ainda não tinha colocado as minhas malas e da minha filha).
3 caixas de comidas e algumas sacolas
ainda com espaço para as minhas sacolas

Éramos quatro pessoas,mas parecia que a comida que a gente levava ia alimentar um exército,disse minha filha: “pelo menos fome a gente não passa!” Fome? Capaz, até sobrou algumas coisas. (poucas)
A viagem foi tranquila, usamos GPS para saber dos controladores de velocidade que existem na estrada, então temos a constante presença de uma voz (do além) que fala de vez enquando no meio das nossas conversas ou das músicas que escutamos. Tudo bem quando não dá pane naquela joça e ela (a voz) fica repetindo coisas pra fazer em lugares que já passamos, eu dou muita risada.
A constatação muito ruim que fiz nesta viagem, foi de que pagamos muito caro nos pedágios gaúchos (em torno de 5,30 cada e 12,60 na free way)  e temos estradas muito ruins, enquanto que em SANTA CATARINA, pagamos um pedágio muito baixo ( R$ 1,90 - foto) e temos estradas muito boas, sem falar do valor do litro da gasolina que tem uma diferença de 0,50 centavos por litro, as vezes até mais, dependendo do posto.
foto de um posto de pedágio
logo que passa a capital

Paramos em Torres (última praia gaúcha) para almoçar e meu genro falou que era só para almoçar, que ninguém ia entrar no mar...... ahm? Ninguém??? Bem, como eu não sou ninguém, lá me fui colocar o pé na água (rsrsrsrsr)
Que saudade que eu estava de fazer isso, ahhhhhh o marrrrrrrr   (gelado como sempre )

 Torres

com os pés na água (sempre)

Depois disto fomos para o restaurante comer. Era meio cedo ainda, o buffet estava sendo colocado então tivemos que esperar. Fui no banheiro me recompor do calor e ao baixar a calça sinto que o elástico dela pufffffff
Sério, arrebentar o elástico das calças não estava nos planos. Era uma calça destas de caminhar, bem boa pra viajar, porque não aperta,ela é de laycra com algodão e curta, vai nas canelas. Tudo bem, não criamos pânico (rsrsrsrsrsr) . Fiz o que tinha a ser feito, puxei as calças (sem elástico) com a camiseta por cima e fui pra mesa. Era um passo e uma segurada rsrsrsrsr foi engraçado, mas sou boa de disfarce.
Depois que sentei no carro fui de boa, só ia levantar mesmo lá no fim da viagem e no carro não cabia nem uma pulga, a calça ia ficar bem de boa no lugar definido pra ela, ou seja, na cintura.
Esqueci de falar que no banco de traz do carro, ia, entre eu e a minha filha, uma enorme caixa destas de conservar bebidas geladas que me fez lembrar da caixa de perucas da minha mãe, quando a gente era pequenos e íamos de fusca para minas gerais (rsrsrsrrs), foi um aperto!
Chegando em Floripa

Bem, a chegada foi tranquila, se a gente não for contar que entramos por um dos lados mais movimentados da cidade porque ainda não conhecíamos bem as vias de acesso.  Demoramos muito mais de hora desde a chegada da cidade, até chegarmos na casa alugada na localidade de Rio Vermelho.
A casa ficava em uma localidade bem simples, com ruas bem estreitas, mas beeeeeeemmmmmmm estreitas mesmo, uma viela. As ruas se chamavam “servidão” fulano de tal, todas elas. Muito pitoresco estes nomes. Rua de chão batido, cheia de buracos, mas calma e segura.

Nossa casa na Praia

Como conseguimos alugar? Minha filha fez pela internet, tinha fotos da casa, que aprovamos, o problema foi não ter foto da rua (rsrsrsrsrrs) Sem contar quantas vezes quase desnuquei com os solavancos, estava tudo ótimo.
A casa como que era? Sabe aquela coisa? Quando tu entra acha tudo ótimo, aos poucos vão surgindo os “probleminhas”.
O primeiro detectado foi o tamanho do banheiro....minúsculo, o que faltava de tamanho sobrava de bom que era o chuveiro. Acostumar com o espaço mínimo era missão do dia a dia. (consegui superar este problema)
O segundo detectado foram as panelas, quase todas enferrujadas. Como assim? levamos um monte de coisa pra comer e não tem panelas? Tivemos que nos virar com uma panela grande, uma bem pequena e eu comprei uma frigideira para frituras. A gente fazia uma comida, tipo um arroz, tirava da panela, lavava e fazia a carne na mesma panela. Era operação de guerra e de criatividade.
A noite mais trágica, foi depois que fizemos uns bolinhos de queijo para assar e ............... cadê do forno ligar. Tive que improvisar um forno em cima do fogão. Nada pra minha criatividade que tá sempre ligada. Liguei duas bocas do fogão, ergui a forma com uma panela colocada estrategicamente entre as bocas e coloquei os bolinhos tapados com papel alumínio. Vualá!!! Eles assaram!!! (foto)
Os dois últimos problemas e eu sou premiada, porque foi quem sofreu mais com esses dois, foram, não ter ventilador, porque eu sinto muito calor, e uma noite que choveu muuuuuuuuuuuito, acordei com um barulho estranho, levantei, liguei a luz e ..... acreditem, tinha uma goteira do lado da minha orelha na cama. Como eu estava dormindo virada pros pés da cama, só virei para o lado da cabeceira e segui dormindo, com o calor que fazia naquela casa, uma goteira era lucro. (rsrsrsrsr)
Para amenizar os problemas, a casa tinha tv a cabo e wi fi, só isto já dava pra equilibrar com os defeitos.
Em outro post falo mais da viagem, porque são muitas coisas para serem ditas.

Spoilers:

Tem muita coisa boa ainda pra vir nos próximos posts, uma palinha foi um banho de chuva que tomei dentro do carro em movimento.....ahahahah ....foi hilária a minha cara toda molhada!!!

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