terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Novas Aventuras (parte 3) O Parque

E depois da chuva finalmente pudemos aproveitar o mar e as delícias que as praias de Floripa nos oferecem.


Costão do Santinho

Santinho

Conseguimos aproveitar o Costão do Santinho onde uma cadelinha mestiça de pit bull ficou o tempo todo ao redor da nossa barraca. Uma hora vi que ela estava com sede e falei pra minha filha dar a água que tinhamos e foi o que ela fez. A cadelinha depois de muito ciscar nas barracas alheias tomou quase toda a nossa garrafinha de água na mão da minha filha.







Como a gente tinha programado um roteiro e haviamos mudado ele nos primeiros dias, não pudemos mudar o dia do parque pois os ingressos já tinham sido comprados antecipadamente pela internet(que sai mais barato).




Fomos aproveitar o parque Beto Carrero no quarto dia de férias. Acordamos antes do sol sair e vupt para a estrada.
Tirando que na saída meu genro SEMPRE passa por um maldito quebra molas que não tem pintura e eu quase desnuco, uma vez escrevendo um torpedo, quase voou o meu celular pela janela. Toda vez que saio de casa mexo com meu genro, "como estou dirigindo?" lembrando daqueles avisos que ficam atras dos carros de serviço rsrsrsrsrsrsr Só pra ele lembrar do quebra molas!!!




Chegamos no parque bem antes de abrir os portões, deu para tirar fotos e cansar um pouco na fila, mas nada de deixar a peteca cair, afinal , temos um dia inteiro de diversão pela frente.

Quando o parque abriu fomos direto na primeira atração do nosso roteiro, simmmmmm,havia um roteiro para o parque também, feito especialmente pela minha outra filha. Já viram que eu estou muito bem acompanhada, meu genro e minha filha mais velha com os roteiros das prais e a outra com o roteiro do parque (especialidade dela) 
A montanha russa mais antiga do parque foi a escolhida, especialmente pela minha filha porque a 19 anos atras foi ela quem me privou de aproveitar tal atração. Calma, eu explico: A 19 anos atras fui com as minhas filhas no parque, na hora de ir em direção a fila da montanha russa, minha pequena(de 1 ano) me fala a seguinte frase: "mamãe, cocô!" (rsrsrsrsr) Simmm, tive que voltar no fraldário para trocar ela e neste instante o parque fechou. (que raiva) Ela para se redimir comigo, colocou esta como o nosso primeiro brinquedo.


A segunda montanha russa



Este brinquedo tinha que ser o que marcaria minha vida pra sempre. Primeiro a 19 anos quando não consegui andar nela, depois, desta vez, sai dela com o pescoço sangrando. Foi que na hora de colocar o cinto protetor no pescoço, ele apertou meu brinco e fez um furinho no pescoço que jorrou sangue.Mas estou bem, nada de mais, foi só um furinho, mas doeu muito depois que sai.


montanha russa da água

o lugar e a foto de 19 anos atras

o mico que fiz minhas filhas passar
refazendo a foto

De resto o parque foi um arraso, amei,fui em quase todas as atrações,mas meu corpitchu já não é mais o mesmo, das 5hrs da manhã até as 17hrs na agitação, foi puxado. Mas pensa que acabou??? 
Que nada, ainda entramos em Camburiú,nos perdemos dentro da cidade,mesmo com GPS e chegamos em casa de noite!

Foi muito bom o dia....aguarde que tem mais!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Novas Aventuras (parte 2) - e veio a Chuva!

É quase que impossível uma pessoa ir para a praia e não passar por algum dia de chuva....algumas pessoas são tão azaradas que pegam muitos dias de chuva. Desta vez não foi o caso, mas, pegamos chuva sim.
Bem, pra começar os relatos, logo que chegamos em Florianopolis, ainda era cedo e fomos conhecer a primeira das praias do nosso roteiro, a Barra da Lagoa.



Barra da Lagoa

Para explicar o nosso roteiro, imaginem uma pessoa organizada....agora elevem na potência 10... este é o meu genro e minha filha.
Cada vez que vamos fazer alguma viagem, ficamos uns 6 meses preparando rotas, roteiros, reservando lugar e economizando.
Em parte é muito bom, porque neste caso, por exemplo, alugamos a casa em setembro, assim conseguimos um preço muito abaixo do que estavam cobrando nos dias que fomos,uma diferença de quase mil reais. Foi um achado!!!

Bem,mas o problema é que o roteiro quase nunca dá certo, e não foi diferente desta vez, tivemos que nos readaptar para encaixar as praias nos dias de chuva e não perder nenhum minuto de passeio.

Acordamos no segundo dia de férias com um chuvisco fraquinho, mas nada que nos abalasse e fomos arrumando nossas tralhas pra ir pra praia. Abastecemos o carro de bebidas e comidas (parecia uns loucos de fome rsrsrsrr) e bóra pro mar.


Ingleses chovendo

Quem sabe a gente fica aqui mesmo com chuva???
Eu já me protegi da chuva, olha!!!

Chegamos em Ingleses  (pertinho de casa) e a chuva apertou, descemos do carro, demos uma caminhada na areia e decidimos então mudar nossa rota, fomos para o passeio no Forte que fica entre a praia de jurerê internacional e Daniela, a Fortaleza de São José da ponta grossa.





Tudo lindo se a gente não chegasse no local e não tivesse um argentino acenando com uma camiseta aos gritos no meio da rua falando que não daria para subir o morro porque a via estava escorregadia e vinha muitos carros da praia do outro lado. 
Descemos de ré o inicio da subida do morro e estacionamos. Eu de boa perguntei, e ai? vamos a pé? (era uma brincadeira) Meu genro falou, sim, é só 100 metros,150 no mínimo...ahammm agora imaginem 100 metros de ladeira a pino, vertical e sem cajado pra apoiar rsrsrsrsr Nunca na vida 100 metros me pareceu 1 kilometro ,quase morri subindo aquilo tudo, mas valeu a pena, a vista é linda. Depois de 19 anos voltei e refiz algumas fotos com as minhas filhas nos mesmo lugares e posições, foi bem legal.




Uma das fotos refeitas com as minhas filhas
19 anos depois.

Saímos e fomos conhecer Santo Antonio de lisboa, mas a chuva teimava em nos espantar para casa e lá fomos nós voltando com os rabitos enfiados no meio das pernas. Foi que tivemos a brilhante ideia de ir para o shopping........ nós e todos os que estavam na praia!!!


Santo Antonio de Lisboa
praia de pescadores

Saímos de casa as seis horas da tarde para chegar no shopping as oito da noite, era chuva que Deus mandava e eu fui abrir o vidro do carro um pouquinho quando veio um carro na outra via e jogou água no nosso, daí eu pensei,vou fechar o vidro, vai que vem outro e joga de novo. Mas a besta aqui em vez de fechar abriu mais o vidro, foi que minhas previsões se concretizaram. Veio um outro carro e não jogou água no nosso carro, ele jogou uma onda , uma tsunami de água bem na minha cara, foi um banho memorável, eu pingava água dentro do carro. Cabelos pingando e minha alma lavada.  

Ao chegar no shopping, muita chuva, um horror para encontrar estacionamento e ainda descoberto, foi outro banho até entrar no shopping, mas tudo bem, pra quem já estava toda molhada mesmo.

O que a gente não contava era que as lojas estariam fechando naquele exato momento, sim chegamos com meio shopping fechado, procuramos umas lojas que queriamos comprar umas coisas e ... fechadas. Fomos no mercado que estava aberto e depois pensamos que a praça de alimentação estaria aberta....nada, tudo fechado.
Ficamos meia hora na fila para pagar o tiquet do estacionamento,mais 47 minutos para sair do shopping.
Saimos de lá com nossas carteiras da funai todas carimbadas, o verdadeiro programa de indio! Nunca mais!!!

No retorno conseguimos comer algo, adivinhem onde? Em uma lancheria de gaúcho rsrsrsrsr, a gente vai pro estado vizinho,mas levamos nossas tradições junto. Comi o melhor Xis da minha vida!!!

Detalhe para o cardápio que o próprio dono me mostrou:
Xis prestígio de chocolate preto e cocô! rsrsrsrsrsrrsr



Chegamos em casa as 23 hrs podres de cansados e arrependidos!
Amanhã tem mais......sem chuva.....oremos :) 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Novas Aventuras (parte 1)

Tirei férias em janeiro de 2016 e como não poderia deixar de contar, sim, aconteceram vários momentos engraçados.


Feliz da Vida na primeira praia visitada
Praia Barra da Lagoa

Primeiro os preparativos:
Com essa crise absurda, de preços que a gente não sabe se vai subir amanhã,  ou se no estado vizinho (fomos para Florianópolis)  as coisas estavam mais caras ou não, na dúvida fizemos um “ranchinho” básico para levar para a casa da praia.
Alugamos uma pequena casa para 4 pessoas na ilha de Florianópolis. Uma casa pequena, mas com todas as coisas que íamos precisar no pouco tempo que ficaríamos dentro dela, pois na praia, no mar, era nosso objetivo para ficar o dia todo.
Eu falei que ela tinha tudo? Ahhh,tá,depois esclareço este detalhe. (que calorrr)
Bem, a ideia de comprar algumas coisinhas foi boa, o problema foi colocar estas “coisinhas” dentro do porta mala do carro.
Sério, quando eu vi o carro comecei a dar risada, tinha mais comida e bebida do que mala no carro. Mala? nããã tivemos que levar foi bolsas de viagem,mala não cabia no bagajeiro. (rsrsrrs) Pela foto dá pra ter uma noção (ainda não tinha colocado as minhas malas e da minha filha).
3 caixas de comidas e algumas sacolas
ainda com espaço para as minhas sacolas

Éramos quatro pessoas,mas parecia que a comida que a gente levava ia alimentar um exército,disse minha filha: “pelo menos fome a gente não passa!” Fome? Capaz, até sobrou algumas coisas. (poucas)
A viagem foi tranquila, usamos GPS para saber dos controladores de velocidade que existem na estrada, então temos a constante presença de uma voz (do além) que fala de vez enquando no meio das nossas conversas ou das músicas que escutamos. Tudo bem quando não dá pane naquela joça e ela (a voz) fica repetindo coisas pra fazer em lugares que já passamos, eu dou muita risada.
A constatação muito ruim que fiz nesta viagem, foi de que pagamos muito caro nos pedágios gaúchos (em torno de 5,30 cada e 12,60 na free way)  e temos estradas muito ruins, enquanto que em SANTA CATARINA, pagamos um pedágio muito baixo ( R$ 1,90 - foto) e temos estradas muito boas, sem falar do valor do litro da gasolina que tem uma diferença de 0,50 centavos por litro, as vezes até mais, dependendo do posto.
foto de um posto de pedágio
logo que passa a capital

Paramos em Torres (última praia gaúcha) para almoçar e meu genro falou que era só para almoçar, que ninguém ia entrar no mar...... ahm? Ninguém??? Bem, como eu não sou ninguém, lá me fui colocar o pé na água (rsrsrsrsr)
Que saudade que eu estava de fazer isso, ahhhhhh o marrrrrrrr   (gelado como sempre )

 Torres

com os pés na água (sempre)

Depois disto fomos para o restaurante comer. Era meio cedo ainda, o buffet estava sendo colocado então tivemos que esperar. Fui no banheiro me recompor do calor e ao baixar a calça sinto que o elástico dela pufffffff
Sério, arrebentar o elástico das calças não estava nos planos. Era uma calça destas de caminhar, bem boa pra viajar, porque não aperta,ela é de laycra com algodão e curta, vai nas canelas. Tudo bem, não criamos pânico (rsrsrsrsrsr) . Fiz o que tinha a ser feito, puxei as calças (sem elástico) com a camiseta por cima e fui pra mesa. Era um passo e uma segurada rsrsrsrsr foi engraçado, mas sou boa de disfarce.
Depois que sentei no carro fui de boa, só ia levantar mesmo lá no fim da viagem e no carro não cabia nem uma pulga, a calça ia ficar bem de boa no lugar definido pra ela, ou seja, na cintura.
Esqueci de falar que no banco de traz do carro, ia, entre eu e a minha filha, uma enorme caixa destas de conservar bebidas geladas que me fez lembrar da caixa de perucas da minha mãe, quando a gente era pequenos e íamos de fusca para minas gerais (rsrsrsrrs), foi um aperto!
Chegando em Floripa

Bem, a chegada foi tranquila, se a gente não for contar que entramos por um dos lados mais movimentados da cidade porque ainda não conhecíamos bem as vias de acesso.  Demoramos muito mais de hora desde a chegada da cidade, até chegarmos na casa alugada na localidade de Rio Vermelho.
A casa ficava em uma localidade bem simples, com ruas bem estreitas, mas beeeeeeemmmmmmm estreitas mesmo, uma viela. As ruas se chamavam “servidão” fulano de tal, todas elas. Muito pitoresco estes nomes. Rua de chão batido, cheia de buracos, mas calma e segura.

Nossa casa na Praia

Como conseguimos alugar? Minha filha fez pela internet, tinha fotos da casa, que aprovamos, o problema foi não ter foto da rua (rsrsrsrsrrs) Sem contar quantas vezes quase desnuquei com os solavancos, estava tudo ótimo.
A casa como que era? Sabe aquela coisa? Quando tu entra acha tudo ótimo, aos poucos vão surgindo os “probleminhas”.
O primeiro detectado foi o tamanho do banheiro....minúsculo, o que faltava de tamanho sobrava de bom que era o chuveiro. Acostumar com o espaço mínimo era missão do dia a dia. (consegui superar este problema)
O segundo detectado foram as panelas, quase todas enferrujadas. Como assim? levamos um monte de coisa pra comer e não tem panelas? Tivemos que nos virar com uma panela grande, uma bem pequena e eu comprei uma frigideira para frituras. A gente fazia uma comida, tipo um arroz, tirava da panela, lavava e fazia a carne na mesma panela. Era operação de guerra e de criatividade.
A noite mais trágica, foi depois que fizemos uns bolinhos de queijo para assar e ............... cadê do forno ligar. Tive que improvisar um forno em cima do fogão. Nada pra minha criatividade que tá sempre ligada. Liguei duas bocas do fogão, ergui a forma com uma panela colocada estrategicamente entre as bocas e coloquei os bolinhos tapados com papel alumínio. Vualá!!! Eles assaram!!! (foto)
Os dois últimos problemas e eu sou premiada, porque foi quem sofreu mais com esses dois, foram, não ter ventilador, porque eu sinto muito calor, e uma noite que choveu muuuuuuuuuuuito, acordei com um barulho estranho, levantei, liguei a luz e ..... acreditem, tinha uma goteira do lado da minha orelha na cama. Como eu estava dormindo virada pros pés da cama, só virei para o lado da cabeceira e segui dormindo, com o calor que fazia naquela casa, uma goteira era lucro. (rsrsrsrsr)
Para amenizar os problemas, a casa tinha tv a cabo e wi fi, só isto já dava pra equilibrar com os defeitos.
Em outro post falo mais da viagem, porque são muitas coisas para serem ditas.

Spoilers:

Tem muita coisa boa ainda pra vir nos próximos posts, uma palinha foi um banho de chuva que tomei dentro do carro em movimento.....ahahahah ....foi hilária a minha cara toda molhada!!!